Além da aprovação unânime, o projeto foi analisado pelo Departamento Jurídico da Câmara Municipal e por todas as Comissões pertinentes, sendo considerado legal e constitucional. Entretanto, Saulo Pedroso comunicou veto total, alegando "flagrante ilegalidade".
O motivo apontado por Pedroso seria o "sensível aumento da despesa pública" advindo da aprovação do projeto. Contudo, por ser autorizativo, a Lei somente AUTORIZARIA o Prefeito, caso ele quisesse e/ou houvesse disponibilidade orçamentária, a fornecer auxílio financeiro aos atletas que cumprissem os requisitos da Lei. Por conta disso, mais uma vez a justificativa do prefeito não parece bem fundamentada.
"O referido veto será analisado pelo plenário da Câmara e, se for mantido, nossos atletas perderão uma importante ferramenta no desenvolvimento do esporte em nossa cidade", comentou em seu site o vereador Martini, autor do projeto.
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