Diretora estadual da Apeoesp, Silvia Pereira
Quem avalia essa situação é Silvia Pereira, diretora estadual da Apeoesp, o sindicato dos professores de São Paulo. Segundo ela, a proposta de alteração de uma escola como o Major poderá trazer muitos problemas.
A professora afirma que o sindicato não é contra as escolas em tempo integral, mas questiona a forma como o projeto vem sendo implantado, segundo ela sem respeitar questões primordiais da vida funcional do profissional de educação. “A Apeoesp defende a qualidade da escola pública, mas não concorda com ilegalidades que entende existirem no programa e que poderão gerar sérios danos à vida funcional dos professores e ao cotidiano de alunos”, afirma a representante do sindicato.
De acordo com a professora, para que o Major passe a ser escola em tempo integral ocorrerá corte de professores. Essa seleção será feita pela direção da unidade, que definirá a seu critério quem fica e quem sai. “A implantação do Ensino em Tempo Integral representa redução no número de classes e, consequentemente, corte no efetivo docente”, diz a diretora da Apeoesp.
Na avaliação do sindicato, aos professores efetivos que não passarem nessa seleção restarão apenas duas opções: pedir remoção para outra unidade onde houver vaga, ou ser removido ex-offício, ou seja, contra sua vontade. “Os professores OFAs-F poderão cumprir suas dez horas regulares em outras escolas, já os OFAs-O, de acordo com a Secretaria de Educação, poderão até ser dispensados”, diz Silvia.
Os problemas podem atingir também os alunos. De acordo com a Apeoesp, o regime integral representa redução do número de classes e, com isso, terá de haver remanejamento de estudantes para outras escolas. “Além e mudar a rotina dos alunos, esse processo vai agravar ainda mais o problema crônico de superlotação nas salas de aula, um dos obstáculos na busca da qualidade de ensino na escola pública, a principal bandeira de nosso sindicato”, prevê a diretora da Apeoesp.
Para tentar evitar esses problemas, o sindicato afirma que vem mantendo o que chamou de ‘longas e duras’ rodadas de negociações com o governo de São Paulo desde o ano passado. “Diversas ações na Justiça vem sendo impetradas, algumas questionando até a constitucionalidade dessas mudanças” conclui Silvia Pereira.
De acordo com a professora, para que o Major passe a ser escola em tempo integral ocorrerá corte de professores. Essa seleção será feita pela direção da unidade, que definirá a seu critério quem fica e quem sai. “A implantação do Ensino em Tempo Integral representa redução no número de classes e, consequentemente, corte no efetivo docente”, diz a diretora da Apeoesp.
Na avaliação do sindicato, aos professores efetivos que não passarem nessa seleção restarão apenas duas opções: pedir remoção para outra unidade onde houver vaga, ou ser removido ex-offício, ou seja, contra sua vontade. “Os professores OFAs-F poderão cumprir suas dez horas regulares em outras escolas, já os OFAs-O, de acordo com a Secretaria de Educação, poderão até ser dispensados”, diz Silvia.
Os problemas podem atingir também os alunos. De acordo com a Apeoesp, o regime integral representa redução do número de classes e, com isso, terá de haver remanejamento de estudantes para outras escolas. “Além e mudar a rotina dos alunos, esse processo vai agravar ainda mais o problema crônico de superlotação nas salas de aula, um dos obstáculos na busca da qualidade de ensino na escola pública, a principal bandeira de nosso sindicato”, prevê a diretora da Apeoesp.
Para tentar evitar esses problemas, o sindicato afirma que vem mantendo o que chamou de ‘longas e duras’ rodadas de negociações com o governo de São Paulo desde o ano passado. “Diversas ações na Justiça vem sendo impetradas, algumas questionando até a constitucionalidade dessas mudanças” conclui Silvia Pereira.
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